O cerco apertou para criminosos digitais
Pega a visão: uma megaoperação da Polícia Civil de São Paulo, batizada de "Fim da Fábula", colocou as mãos em dez pessoas de uma quadrilha que tava fazendo a festa com golpes digitais e lavagem de dinheiro. A parada é séria: a Justiça autorizou o bloqueio de 86 contas bancárias, que juntas podem chegar a R$ 100 milhões. É grana que não acaba mais!
A ação não foi pequena, não. Foram 120 mandados de busca e apreensão e 53 mandados de prisão temporária. E sim, até um funkeiro, o MC Negão, tá na mira da polícia. A operação rolou em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal, mostrando que essa galera agia em várias frentes.
Como funcionava o esquema?
Essa turma era especialista em passar a perna na galera pela internet. Eles usavam de tudo um pouco para enganar as vítimas e desviar a grana. Se liga nos golpes que o G1 listou:
- Golpe do INSS
- Golpe do falso advogado
- Golpe da mão fantasma (esse é novo pra muita gente!)
- Fraudes com cartões clonados
- Falsas centrais telefônicas
- Uso de bets e fintechs para clonagem de chaves PIX
Ou seja, estavam operando em diversas frentes, sempre de olho em quem caía fácil.
Milhões bloqueados e imóveis apreendidos
A força-tarefa, que contou com cerca de 400 policiais civis e promotores, não mirou só nos criminosos, mas também no patrimônio deles. A Justiça fez o bloqueio de bens móveis e imóveis dos investigados. O Ministério Público levantou a existência de pelo menos 36 imóveis, muitos registrados em nome de laranjas ou empresas de fachada. Além disso, centenas de veículos e embarcações também foram parar na lista.
O objetivo é claro: recuperar essa grana toda, ressarcir as vítimas e mostrar que no mundo digital, mesmo que pareça sem rastros, a casa da malandragem cai. Pra você que empreende online ou pensa em começar, fica o alerta: segurança digital não é brincadeira!
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